17 de agosto de 2008

Jóia Sushi Lounge

Este é post mais rápido que eu já fiz! Faz 15 minutos que cheguei do restaurante e estou no mínimo revoltado. Hoje foi a segunda e última vez que fui no "famoso" Jóia Sushi Lounge! Alguém pode dizer.. "Como ele não gostou da comida?!" Na verdade adorei a comida.. mas vamos dizer o seguinte.. eu sentei na primeira mesa à direita da porta e nela.. se me permitem usar palavras do gerente, chamado Neto... ou melhor.. do Neto chamado de gerente..

"Nesta mesa e na mesa ao lado aparecem baratas de vez em quando.. mas que problema tem.. é só uma baratinha?! A gente detetiza toda semana, mas elas entram pela porta, é a natureza, a gente não pode fazer nada"

Mais à frente ele disse mais..

"barata não é sinonimo de sujeira.. mosca é sinonimo de sujeira. Barata não.. elas vem da rua, pela porta, não tenho como impedir.. mesmo que eu tente, quando abrir a porta ela entra"

Como se não bastasse, ele virou e deixou a gente falando sozinhos.. 8 pessoas em uma mesa
falando sozinhas! E pra piorar mais ainda o que já estava péssimo, a conta veio R$35,00 acima do valor correto.

Não vou falar de nada hoje! Nem de ambiente, nem de comida, nem de coisa nenhuma!

O gerente demonstrou que não tem capacidade de gerenciar nem mesmo uma banca de cachorro quente.. despreparado,incompetente, não sabe falar com cliente e ainda com uma falta de educação terrível!

Um péssimo gerente como ele acaba com qualquer restaurante, em qualquer lugar do mundo, mesmo os de 5 estrelas.. e hoje o Jóia acaba de ganhar nenhuma estrela!

Não piso meus pés no Jóia Sushi Lounge, nunca mais!

5 comentários:

Eduardo Pelosi disse...

Pois é! Mesmo que ele achasse normal, com o espanto do cliente ele deveria concordar, pedir desculpas, etc!

É sempre decepcionante quando vemos que bons restaurantes agem como qualquer buteco de esquina...

Sandra disse...

Olá! Achei sem querer o seu blog e aproveito para postar um comentário sobre o Restaurante Jóia. Achei péssimo o atendimento do garçom. Nem o cara da padaria da esquina-que não depende de gorgeta e vai ganahr o mesmo salário se eu comprar pão ou não-me atendeu tão mal quanto o garçom do Jóia. Quase perguntei se ele estava passando na rua e alguém o raptou para trabalhar como escravo, pois a má vontade dele era tão grande que me impressionou muito. Infelizmente (ou felizmente) não lembro o nome dele...mas como vc, nunca mais fui e não pretendo ir no Jóia.

Brito disse...

Pô, Zé!!!
Vai ver as baratinhas eram de estimação, por isso ele as achava tão "limpinhas"...

Anônimo disse...

Oi Cliente
Acabei de conhecer seu blog, só li este post e adorei. sempre pensei em fazer algo assim, e talvez faça...Afinal temos 'clientes ' diferentes...
Após o aborrecimento, a fome etc, as coisas incríveis que acontecem em certos restaurantes, acabam virando uma grande piada.
Parabens por seu humor e tolerância...
Serei sua cliente fiel...
Abraços
Patricia

Gustavo disse...

Neste sábado cheguei com mais 3 amigos ao Jóia Sunset e a hostess (que apesar de simpática, não tem o mínimo de preparo para o cargo – com um caderninho infantil com ursinhos carinhosos, todo amassado) nos pede para aguardar “2 minutinhos”. Ok, aguardamos. Depois de 37 minutos de espera chegam 4 meninas e entraram diretamente e conversaram com um nanico oriental (que segundo a hostess era o gerente!) que as colocaram numa mesa na nossa frente! Ficamos putos com a absurda provincialidade do restaurante que privilegia clientes. Indignados, indagamos a hostess e ela disse que o chefe dela (o oriental) que tinha passado as meninas que tinham chegado depois. Íamos embora, porém a hostess nos pediu para esperar “2 minutinhos” que ela já tinha uma mesa. Porém a mesa não tinha cadeiras e era completamente apertada contra outra mesa e as paredes de vidro. Como já estávamos esperando havia 50 minutos, resolvemos ficar, mas foi de mal a pior. Pedimos duas entradas, porém só uma veio e a outra só veio DEPOIS dos pratos! Um absurdo para qualquer restaurante que se considera “de nível”. Ao sair fiz questão de falar com o maître e repito aqui: “Só pra te dizer que eu nunca mais volto aqui e pra quem eu puder vou falar mal daqui.